Archive for the ‘Música’ Category

Três anos sem Michael Jackson

Hoje faz três anos que o “Rei do Pop”, Michael Jackson, morreu. O site da Revista Rolling Stone faz um tributo ao músico, com a publicação, na íntegra, da reportagem publicada em 2009.

Clique no link abaixo e confira:

“Os últimos dias de Michael Jackson”

Veteranos do Duran Duran tem clipe censurado nos EUA

O clipe da música “Girl Panic”, novo single dos ingleses do Duran Duran, teve sua exibição proíbida nos Estados Unidos. Estrelado pelas modelos Cindy Crawford, Eva Herzigova, Naomi Campbell e Helena Christensen, o vídeo, com duração de quase nove minutos, foi considerado obsceno.

Dirigido por Jonas Akerlund, “Girl Panic” foi gravado no luxuoso hotel Savoy, em Londres, e retrata o cotidiano de uma vida exposta e glamorosa. No vídeo, as modelos interpretam a banda e os músicos aparecem como fotógrafos, garçons e motoristas.

Apesar de censurado, o vídeo já alcançou mais de 4 milhões de visualizações no YouTube.

Metallica toca com Jason Newsted no aniversário de 30 anos da banda

Fãs do Metallica vieram de todo o mundo – representando locais tão distantes como Finlândia e Chile – para uma celebração de seis horas no Fillmore, casa de shows em São Francisco, na última segunda, 5, em homenagem ao aniversário de 30 anos da banda. O evento teve diversos convidados especiais, incluindo uma aparição do ex-baixista da banda, Jason Newsted.

O show em São Francisco, primeiro dos quatro que irão acontecer esta semana, começou com um tributo da big-band de jazz Soul Rebels. O conjunto de Nova Orleans reinterpretou clássicos do Metallica, incluindo “Enter Sandman” e “One”.

Para ir ao evento, era preciso ser sorteado pelo fã-clube, e a maioria das pessoas havia viajado uma grande distância. Imediatamente após chegar ao local, era claro que este não era apenas mais um show do Metallica: era algo especial. A banda literalmente transformou a área em seu próprio salão de festas, com o Fillmore Poster Room servindo como um museu de artes improvisado do Metallica, com instrumentos e pertences da banda.

O frontman James Hetfield e o baterista Lars Ulrich entraram previamente no palco para explicar os procedimentos: “Se vocês ainda não sabem, o Metallica está fazendo uma festa, com todos vocês convidados”, disse Hetfield. Ele passou o microfone para o comediante Jim Breuer, que apresentou uma espécia de game show com a plateia.

Logo depois, a Apocalyptica, companhia de cello de Helsinki, conhecida por reimaginar músicas do Metallica nos cellos, fez um set com seus arranjos, incluindo “Master of Puppets” e “Nothing Else Matters”.

Como Hetfield avisou, este não era um show do Metallica – era uma festa do Metallica. Ulrich casualmente passeou pelo público um pouco, interagindo com os fãs, enquanto outros gravaram mensagens para a banda em um estande. Enquanto isso, vídeos de amigos do grupo foram projetados em um grande telão, incluindo nomes como Slipknot, Scorpions e Kid Rock, além de figuras como David Fricke, da Rolling Stone EUA, o chef celebridade Guy Fiery e a dupla Beavis and Butt-Head. O U2 também filmou um pequeno esquete mostrando os integrantes em uma sessão de terapia, satirizando o documentário de 2004 do Metallica, Some Kind of Monster.

Em uma parte tocante da noite, Hetfield e o guitarrista Kirk Hammett deram as boas vindas a Ray Burton, pai do ex-baixista do Metallica, Cliff Burton, que subiu ao palco para contar histórias que seu filho compartilhou com ele um dia, sobre como era estar na banda. Cliff morreu tragicamente em um acidente de ônibus na Suécia, em 1986.

E então, finalmente, lá estava a atração principal: o próprio Metallica. Subindo ao palco para as três últimas horas do encontro, Hetfield contou com orgulho à audiência: “Esta é nossa festa. Nós somos os principais. Nós vamos tocar. As portas estão fechadas. Vocês não podem escapar.”

Houve momentos memoráveis, com o quarteto tocando algumas músicas ao vivo pela primeira vez, raridades e muitos convidados especiais. A banda parecia relaxada como se estivesse em um ensaio, brincando uns com os outros assim como com a público, geralmente baixando a guarda. Ulrich até brincou que a banda iria tocar sua nova e criticada colaboração com Lou Reed, Lulu, “na íntegra”. Em vez disso, eles tocaram “Carpe Diem Baby”, do disco ReLoad (1997), seguida de outra estreante, “Hate Train” – uma sobra inédita de Death Magnetic (2008). De acordo com Hetfield, a versão de estúdio estará disponível “em algum período da semana que vem” no iTunes.

Foi mostrada ainda uma cover em versão acústica de “Please Don’t Judas Me”, do Nazareth. E, em uma atitude que lembrou o Green Day, eles convidaram um membro da plateia (“John, de Chicago”) para subir ao palco e dividir as guitarras com eles em “Wherever I May Roam”.

Depois disso, a noite se transformou em uma exibição de convidados especiais, cada um representando algo significativo no passado do Metallica. Começou com John Marshall, da banda Metal Church – que estudou no colégio com Hammett e tocou guitarra no lugar de Hetfield, quando ele estava lesionado. Marshall apresentou “Sad But True”, de Metallica (também conhecido como “Álbum Preto”), com a banda.

Entre os convidados estiveram membros do Diamond Head (que, como Ulrich explicou, inspirou ele diretamente a formar o Metallica); o cantor Biff Byford, do Saxon (cujo show o Metallica abriu na sua segunda apresentação da história, no Whiskey A Go-Go, em Los Angeles) e a já citada Apocalyptica.

Mas, de longe, o convidado mais especial de todos foi o baixista Jason Newsted, que deixou a banda abruptamente em 2001. Hetfield o introduziu como “alguém que viveu conosco, viajou conosco e fez coisas conosco por 14 anos”. Após tocar “Harvester of Sorrow” (junto com seu substituto, o atual baixista Robert Trujillo), Hetfield pediu a ele que ficasse para mais uma música. Newsted aceitou, apresentando “Damage Inc.” para um local repleto de fãs muito felizes.

“Estamos muito agradecidos”, disse Hetfield ao final do evento, quando eles trouxeram todos os convidados da noite para uma apresentação coletiva de “Seek and Destroy”. A honestidade de Hetfield era aparente e, de fato, com toda a fanfarra, nostalgia e velhos truques de salão que a banda exibiu na segunda à noite, essa foi uma das noites mais honestas da carreira Metallica. E isto vindo de uma banda que, certa vez, permitiu um documentário sobre si mesma no meio de um colapso emocional.

Mais cedo durante a noite, Breuer comentou que “não há outra banda no mundo – nem os Rolling Stones ou o Van Halen – que trataria os fãs da maneira que vocês estão sendo tratados esta noite”. E ele pode estar certo. Hetfield realmente deixou tudo em casa quando estava simplesmente tentando matar o tempo durante uma passagem no palco: “Somos todos amigos aqui, certo?”. Ele perguntou. “Bom, agora somos.”

Metallica faz o que, provavelmente, será o melhor show do Rock in Rio 2011

O Metallica tocou para uma arena ganha no desfecho da terceira noite do Rock in Rio 2011, na madrugada desta segunda, 26. O público, aquecido por uma performance empolgada dos mascarados do Slipknot e pelos graves ensurdecedores de Lemmy Kilmister e seu Mötorhead, se deixou facilmente levar pela apresentação impecável do quarteto de São Francisco, possivelmente a maior banda de heavy metal de todos os tempos, tanto em álbuns vendidos quanto em influência e longevidade.

A apresentação pouco se diferenciou das últimas aparições do Metallica na atual turnê com o Big Four – ao lado das bandas amigas Slayer, Megadeth e Anthrax –, muito menos dos três shows do Metallica no Brasil em janeiro de 2010: a abertura com a vinheta de luxo “The Ecstasy of Gold” (trilha do filme Três Homens em Conflito, de 1966), emendada por uma versão na velocidade da luz de “Creeping Death”, do álbum Ride the Lightining (1984). Subindo ao palco com meia hora de atraso em relação ao previsto, era como se o Metallica não quisesse desperdiçar nenhum segundo em cima do palco carioca. Na sequência, outra faixa do mesmo disco: “For Whom the Bell Tolls”, cantada em coro por milhares de fanáticos. “Fuel”, de Reload (1997) foi coroada com efeitos pirotécnicos. “Vocês estão se sentindo bem? Porque eu estou melhor”, provocou o vocalista/guitarrista James Hetfield antes de chamar “Ride the Lightning”, do álbum homônimo de 27 anos atrás.

Impecável, a banda não se permitiu deslizes ou notas fora do lugar. Nem o solo de Kirk Hammett, cedo demais para apenas 20 minutos de show, dispersou a empolgação da plateia carioca, que desde 1998 não assistia a um show do Metallica. “Fade to Black”, a quarta faixa do repertório pinçada de Ride the Lightining, levantou mais celulares ao alto do que isqueiros acesos. No gancho pesado da música, Hetfield acidentalmente acionou o captador errado da guitarra, resultando em um riff sem peso e esvaziado. No intervalo, o músico tirou sarro da falha técnica. ”Normalmente é mais pesado que isso”, brincou.

Seguiram-se faixas de Death Magnetic (2009), primeiro álbum a contar com a participação efetiva do baixista Robert Trujillo: em “Cyanide” e ”All Nightmare Long”, Hetfield aproveitou para subir na plataforma da bateria e interagir com o parceiro Lars Ulrich, com quem toca junto e convive há mais de 30 anos. “Sad But True”, que já foi hit das FMs, foi abraçada e entoada pelos fãs. “Welcome Home (Sanitarium)” e a instrumental “Orion”, ambas de Master of Puppets (1986), deixaram claro que a noite serviu como homenagem aos antigos seguidores do Metallica: mais da metade do set list foi destinada a músicas dos três primeiros discos, lançados entre 1983 e 1986. Após “Orion” e antes da clássica “One”, Hetfield evocou outro símbolo dos velhos tempos, com uma homenagem ao falecido baixista Cliff Burton, morto em um acidente de ônibus com a banda, na Suécia, em 1986. “Você está nos nosso corações!”, exclamou o frontman.

“Master of Puppets” foi recebida como clássico pela multidão, que cantarolou até o solo dobrado de Hetfield e Kirk Hammett. Todos pareciam à vontade e sorridentes, revelando um interessante contraponto à sisudez dos temas abordados pelo Metallica em suas canções – horrores da guerra, pena de morte, pragas egípcias, corrupção, pesadelos noturnos, e por aí vai. Na violenta “Blackened”, faixa de abertura de …And Justice for All (1988), a exaustão do público ficou evidente. Hammett esfriou os ânimos com mais um solo de guitarra em que deixou até escapar certa inspiração brasileira. “Nothing Else Matters”, certamente uma das músicas mais populares dos 30 anos de carreira do Metallica, fez o público repetir o esquema “nuvem de celulares/refrães em coro”. No sucesso absoluto “ Enter Sandman”, com o qual a banda chutou as portas para o mainstream em 1991, dezenas de milhares saltavam de braços levantados ao ritmo do indefectível riff grooveado. Diante da massa disforme suada e vestida de preto, Hetfield e os comparsas pareciam incrédulos e felizes.

Ao final de um final de semana de shows concorridos e incontáveis atrasos, o cansaço era regra geral na Cidade do Rock. Mas ainda havia tempo para o Metallica recuperar três faixas de seu primeiro álbum, Kill’em All, de 1983. “Am I Evil”, cover do Diamond Head, a chicotada “Whiplash” e o hino “Seek & Destroy” (sob luzes acesas) fecharam o que pareceu ser o melhor show da primeira metade do Rock in Rio 2011. Ao final de três dias de festival, há uma certeza apenas: nenhum outro será tão pesado quanto este domingo, 25 de setembro – o dia em que o metal pesado invadiu e abalou as estruturas do horário nobre brasileiro.

Set list:
“The Ecstasy of Gold”
“Creeping Death”
“For Whom the Bell Tolls”
“Fuel”
“Ride the Lightining”
“Fade to Black”
“Cyanide”
“All Nightmare Long”
“Sad But True”
“Welcome Home (Sanitarium)”
“Orion”
“One”
“Master of Puppets”
“Blackened”
“Nothing Else Matters”
“Enter Sandman”

Bis:
“Am I Evil?”
“Whiplash”
“Seek and Destroy”

Site do Rock in Rio dá show digital


Eu não vou ao Rock in Rio. E, confesso, não sinto que estou perdendo grande coisa. Mas é de impressionar o site do evento.

Não foi só a arquitetura cenográfica do Rock in Rio que mobilizou profissionais do mercado de agências nos últimos meses. A presença do evento nas plataformas digitais também esteve entre as prioridades. A Grudaemmim foi a responsável pelas negociações entre o evento e o Google, para uso de diversas plataformas customizadas.

“Estamos explorando ao máximo o conteúdo do Rock in Rio nas plataformas digitais com a finalidade de prestar serviços ao público”, ressalta Christian Rôças, sócio da agência digital que tem expertise no ramo musical – atende artistas como Gilberto Gil, Bebel Gilberto e Nando Reis, entre outros.

Uma das formas de relacionamento é feita pelo Orkut, que possui uma comunidade customizada com diversos aplicativos, como por exemplo o Orkut ao Vivo, onde várias bandas darão entrevistas exclusivas. O Google Maps exibe o trajeto especial feito para quem vai ao evento, seja de carro ou de transporte público. Já o Google Earth mostra imagens da Cidade do Rock.

Para o Google Chrome foi desenvolvida a rádio Rock in Rio, que, além de muita música, transmite notícias, fotos e vídeos sobre os artistas e o evento. Além disso, o YouTube transmitirá o Rock in Rio ao vivo para mais de 200 países, com exceção do Brasil, onde a transmissão via internet será da Globo.com. Toda a plataforma digital tem patrocínio da Volkswagen, uma das cotistas do evento.

Para viabilizar o atendimento ao Rock in Rio, a Grudaemmim precisou investir na sua própria expansão. A equipe saltou de 21 para 50 funcionários e foi necessária a abertura de um escritório carioca no Rio de Janeiro para dar apoio à sede paulista.

Trailer do filme de Scorsese sobre Geoge Harrison

O primeiro trailer do documentário Living the Material World: George Harrison, sobre a vida do ex-beatle, dirigido pelo cineasta Martin Scorsese, foi divulgado nesta terça-feira. O filme será exibido pela primeira vez no final de setembro, no Festival de Cinema de Nova York, e nos dias 05 e 06 de outubro, em um canal pago de TV nos Estados Unidos.

Scorsese, assumido admirador do ex-guitarrista, que foi um dos fundadores dos Beatles, recorreu aos arquivos pessoais de Harrison, morto em novembro de 2001, vítima de câncer, com ajuda da ex-mulher do músico, Olivia Harrison. Fotos, fitas, filmes caseiros, cartas e gravações incluem o rol de material pesquisado, além de entrevistas com Paul McCartney, Eric Clapton, Yoko Ono e o produtor Phil Spector.

Amy Winehouse morre aos 27 anos

A cantora Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa, em Londres, neste sábado (23), segundo a polícia de Londres. A cantora tinha 27 anos e um histórico de envolvimento com álcool e uso de drogas.

A cantora se apresentou em turnê pelo Brasil em janeiro deste ano, com shows em Florianópolis, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo.

No mês passado, a cantora britânica abandou uma turnê pela Europa após ter sido vaiada durante show na Sérvia por aparentemente estar bêbada demais durante a performance.

A cantora vinha enfrentando uma longa batalha contra as drogas e o álcool que vinham ofuscando sua carreira nos últimos anos.

Um porta-voz da Polícia Metropolitana de Londres confirmou que a cantora de 27 anos foi encontrada morta na sua casa no bairro de Camden e que o motivo da morte ainda não foi esclarecido.

Uma ambulância do Serviço de Emergência foi chamada, mas segundo a polícia, já teria encontrado a cantora morta.

Ex-batera do Guns e Velvet lança clipe com famosos

Matt Sorum, ex-baterista do Guns N’ Roses e do Velvet Revolver tem uma nova banda – e começou ela de maneira estelar. O primeiro vídeo do Diamond Baby, “The Last Rockstar”, tem participação de Jane Lynch, de Glee, da atriz Juliette Lewis, de Lemmy, vocalista do Motörhead, e do ator Verne Troyer.

“Eu chamei Verne Troyer, Lemmy e Juliette Lewis, e Jane Lynch é minha vizinha, então pedi a ela para fazer isso”, diz Sorum. “Ela é tão ocupada, é uma grande atriz agora, mas ela disse que amaria fazer porque nunca participou de um vídeo de rock ou de um clipe musical. E quando contei que ela interpretaria meu mordomo, ela ficou numa boa.”

Diamond Baby gravou um álbum que Sorum chama de electro-rock. Sorum diz que o resto do disco é tão visual e elaborado como “The Last Rockstar”, e os planos da banda são usar essa teatralidade em várias meios. “Queremos possivelmente fazer uma HQ e um jogo digital e todo o tipo de coisas que podemos fazer com um conceito interessante. Visualmente queremos que seja excitante, entretenimento, acima de tudo”, diz ele.

Feliz dia do Rock!

O rock, sem dúvida alguma – e não há gostos ou modismos que discordem dessa tese -, foi e continua sendo o ritmo que mais e melhor assumiu a linha de frente quando o assunto são revoluções sociais.

Hoje, 13 de julho, é comemorado o Dia Mundial do Rock, data que tomou corpo e alcance mundial em 1985, quando um festival realizado simultaneamente em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos, provou que a música tem o poder o reivindicar mudanças.

A causa da época era em favor ao povo etíope, retratado diariamente nos jornais como miseráveis. Foi então que o pelotão de combate, encabeçado por nada mais, nada menos que The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins, Eric Clapton e Black Sabbath, exigiu a erradicação da fome naquele país.

O nascimento
Para quem se interessa por história, este ritmo, até então uma mistura de Country e R&B (rhythm and blues), inventada e aperfeiçoada por Little Richard, Jerry Lee Lewis, Bill Haley e Chuck Berry, já havia adotado esta linha protestante na década de 1950 – com menos expressão, mas não menos importância.
O quarteto citado acima assumiu a responsabilidade de fazer com que a sociedade aceitasse a igualdade musical entre brancos e negros. Surgia um novo ritmo, uma nova ideologia, encarregada de derrubar barreiras, criar tendências. Nascia clássicos como “Maybellene” (Chuck Berry) e “Tutti Frutti” (Little Richard), muito conhecida também na voz de Elvis Presley. A-wop-bop-a-loo-wop-a-wop-bam-boom!

A popularização
Não precisou muito tempo para o mundo perceber que o Rock n’ Roll veio para ficar. A década de 1960 foi marcada, principalmente, pelo surgimento do movimento Pop, em meio ao incessante brilho da estrela de Elvis. Mas ele não estava sozinho. Uma safra incomparável de bandas surgira: Rolling Stones, Led Zeppelin, The Who, Bee Gees… Mas ninguém representou melhor este boom que os garotos de Liverpool. The Beatles é um dos mais importantes símbolos do popularismo da música. E com ela veio a admiração – que muitas vezes se confundiu com a histeria, com o fanatismo – e a vontade quase que incontrolável de usar terninho e “cabelos-tigela”.

O psicodelismo
Cores e combinações marcantes , drogas e muito, muito protesto. O rock viveu um momento importante no final dos anos 1960 com o surgimento do trio Bob Dylan, Joe Cocker e Jimi Hendrix, representantes máximos da música psicodélica. Movidos a ácido, os músicos fizeram história com riffs repletos de efeitos. Hendrix, por exemplo, cravou seu nome na história quando tocou o hino americano simulando tiros de metralhadora e bombardeio de aviões.

A vez dos metaleiros
Pegue o blues, acelere a batida e amplifique sua potência ao máximo. Essa foi a fórmula adota por lendas como Iron Maiden e Judas Priest, que trouxeram não apenas clássicos para o universo da música, mas também muita cara feia, cabelos longos e roupas pretas. As músicas dessas bandas têm como base profecias, capítulos das guerras, lendas, entre outros.

Atitude, rebeldia e anarquia
Esses são os princípios básicos do Punk, que tem como expoentes os Ramones e o Sex Pistols. Para eles, quanto maior a afronta ao mainstream, melhor. Com poucos e simples acordes, letras carregadas, cantadas em forma de gritaria, e moicanos cada vez mais vistosos, os punk rockers marcaram os anos 1970 por seu estilo peculiar de enxergar a vida.
Como tudo que é extremista, o punk não resistiu muito tempo. Chegou ao fundo do poço na década de 1980, e lá encontrou a depressão do pós-punk, impulsionado pelo surgimento do Joy Division, que mal conquistou fãs e teve de sair de cena, por conta do suicídio do vocalista Ian Curtis. É neste momento que o bastão é passado ao The Cure e companhia limitada, que abusaram no visual dark, com direito a lápis preto no olho, coturno e sobretudo.

Grunge
Outra clara resposta aos exageros, o Grunge vestiu uma camisa de flanela e saiu às ruas para mostrar suas muitas facetas. Da energia do Pearl Jam à depressão encravada nas últimas canções de Kurt Cobain, à frente do Nirvana, em meados de 1993, o estilo marcou uma geração que vislumbrou o que seria o rock moderno.

Musical do Homen-Aranha, com trilha de Bono e The Edge, ganha vídeo

O musical Spider-Man: Turn Off the Dark, que marca a estreia do Homem-Aranha na Broadway, ganhou um vídeo de bastidores. Nele é possível ver o herói em movimento, além de ouvir depoimentos de Bono e The Edge, do U2 (que cuidam da trilha sonora) e da diretora Julie Taymor (Across the Universe). Ensaios de coreografias e lutas também estão no pacote.

Orçada em US$ 60 milhões – a mais cara produção dos teatros nova-iorquinos até hoje -, a montagem estreia em janeiro de 2011. Reeve Carney interpreta Peter Parker, Jennifer Damiano faz Mary Jane e Patrick Page interpreta o Duende Verde.

Assista ao vídeo de “Boy Falls From The Sky”



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